
ESTRADA REAL
Uberlândia - MG à Ouro Preto - MG/ Ouro Preto - MG à Paraty - RJ
Aqui tem um vídeo de um pouco sobre o que é a Estrada Real e toda a sua história, pois quem ainda não foi, vale a pena conhecer. Pois isto é o mais puro e rico conteúdo da toda a tradição e costumes do nosso Brasil.
Uberlândia - MG à Ouro Preto - MG/ Ouro Preto - MG à Paraty - RJ
Aqui tem um vídeo de um pouco sobre o que é a Estrada Real e toda a sua história, pois quem ainda não foi, vale a pena conhecer. Pois isto é o mais puro e rico conteúdo da toda a tradição e costumes do nosso Brasil.
13 abril 2009 - A história começa aqui. Mas na verdade ela deveria ter começado em Setembro de 2008.
Esta viagem eu já havia programado à uns dois anos, porém ainda eu não havia feito ela, foi quando decidi fazê-la em Setembro de 2008, mas quando estava tudo pronto para ir, veio a chuva e não parou mais até hoje. Hoje mesmo enquanto eu estou escrevendo este texto o tempo está fechado. Eu e mais dois amigos meus, Israel e Randal, sairemos depois de amanhã, e na previsão do tempo deu chuva amanhã, porém o resto da semana até a data de volta deu sol. Então, faça chuva ou faça sol, eu irei.
Minha moto passou por uma revisão, talvez a mais demorada de todas, pois, achei que ela não voltaria da oficina mais. (Aprenda um coisa - muita das vezes o mecânico pode até ser bom, mas se não tiver as ferramentas necessárias, não adianta); e foi o que aconteceu comigo, primeiramente à uns 3 meses atrás comprei um retificador de corrente, porque o meu havia queimado, mandei trocar o retificador e um diafragma que furou, minha moto estava com um vazamento que nunca parava, todo lugar que eu chegasse ela marcava terreno deixando uma gotinha ali. Mandei arrumar o diafragma e o retificador de corrente, andei uma semana e a moto parou novamente, descobri que o retificador que comprei estava danificado e jogando mais carga que deveria, conclusão: estraguei minha bateria e agora precisava de outro retificador e uma bateria nova.
Meche daqui, meche dali, acabei descobrindo que o retificador da RD135 é o mesmo do meu. Beleza, depois de 3 semanas parada, agora minha moto estava andando. Mas o vazamento aumentou e agora ela não pingava, ela jorrava óleo. Mandei novamente para o mecânico que trocava, trocava, trocava, punha, tirava e colocava novamente a tampa e juntas, mas nada adiantava. Então levei para um outro mecânico que cobrava bem mais caro, mas se fosse para resolver meu problema, então valeria a pena e assim eu fiz. Depois de uma semana e meia minha moto estava de volta. Ele teve que soldar um pequeno e microcópico trincado na tampa, colocar dois canais de óleo que não sei explicar porque estava sem, trocar duas borrachas e junta. Viva!!! até que enfim, depois de tantos anos, alguém conseguiu realmente parar o vazamento da minha Ténéré.
No dia 10 deste mês, eu desmontei o carburador para dar uma limpeza e troquei a vela... agora ficou show, ontem eu lubrifiquei e estiquei a corrente. Não falta mais nada, agora é só esperar o dia 15 e queimar estrada.
Minha moto passou por uma revisão, talvez a mais demorada de todas, pois, achei que ela não voltaria da oficina mais. (Aprenda um coisa - muita das vezes o mecânico pode até ser bom, mas se não tiver as ferramentas necessárias, não adianta); e foi o que aconteceu comigo, primeiramente à uns 3 meses atrás comprei um retificador de corrente, porque o meu havia queimado, mandei trocar o retificador e um diafragma que furou, minha moto estava com um vazamento que nunca parava, todo lugar que eu chegasse ela marcava terreno deixando uma gotinha ali. Mandei arrumar o diafragma e o retificador de corrente, andei uma semana e a moto parou novamente, descobri que o retificador que comprei estava danificado e jogando mais carga que deveria, conclusão: estraguei minha bateria e agora precisava de outro retificador e uma bateria nova.
Meche daqui, meche dali, acabei descobrindo que o retificador da RD135 é o mesmo do meu. Beleza, depois de 3 semanas parada, agora minha moto estava andando. Mas o vazamento aumentou e agora ela não pingava, ela jorrava óleo. Mandei novamente para o mecânico que trocava, trocava, trocava, punha, tirava e colocava novamente a tampa e juntas, mas nada adiantava. Então levei para um outro mecânico que cobrava bem mais caro, mas se fosse para resolver meu problema, então valeria a pena e assim eu fiz. Depois de uma semana e meia minha moto estava de volta. Ele teve que soldar um pequeno e microcópico trincado na tampa, colocar dois canais de óleo que não sei explicar porque estava sem, trocar duas borrachas e junta. Viva!!! até que enfim, depois de tantos anos, alguém conseguiu realmente parar o vazamento da minha Ténéré.
No dia 10 deste mês, eu desmontei o carburador para dar uma limpeza e troquei a vela... agora ficou show, ontem eu lubrifiquei e estiquei a corrente. Não falta mais nada, agora é só esperar o dia 15 e queimar estrada.
Dia 15/09/2009 - 1º Dia = Saindo de Uberlândia - MG, já um imprevisto. O Randal esqueceu seus documentos, cartões de crédito e dinheiro para tráz e teve que voltar para buscar. A sorte que foi bem na saída de Uberlândia, então, Israel e eu ficamos esperando ele na saída. Por isso a saída que estava prevista para às 05:30 da manhã, acabou ficando para 18:30.
Chegamos em Araxá onde fizemos a primeira parada, abastecemos novamente para tirar média de consumo e deu que a minha foi a que consumiu menos: 19.33 Km/Lts.
Andamos mais um pouco e paramos na estrada para almoçar, na cidade de Luz, foi quando estavamos prontos para sair e o Israel viu seu pneu furado.


Andamos mais um pouco e paramos na estrada para almoçar, na cidade de Luz, foi quando estavamos prontos para sair e o Israel viu seu pneu furado.
Chegndo em Ouro Preto - MG, fui no apoio ao Turista e pedi informações sobre a cidade, para saber aonde ir, onde ficar mais barato para dormir, etc.
Igreja do Pilar: A igreja mais rica do Brasil, por dentro ela é toda foleada em ouro, porém é proibido tirar fotos do inteior da mesma ou de qualquer outra igreja. Isto é para preservar a riquesa com roubos e outros infortuitos.
Minha moto rebentou o negativo do cabo da bateria (Ao longo da viagem deu muito trabalho por causa deste cabo).
Cidade de Tiradentes - MG : Para ser sincero, não achei nada de mais nesta cidade, pelo contrário, achei muito sem graça. Só passamos lá por causa que fazia parte do trajeto mesmo.

Segundo problema da minha moto: O mecânico no qual eu confiei para dar revisão, deixou um parafuso espanado e o óleo do motor começou a jorrar para fora. Ainda bem que eu entendo um pouco, parei em uma oficina e o cara bem camarada me deu uma força e estojamos e colocamos um parafuso novo. Acabou o problema.












Cidade de Passa Quatro - MG: muito boa por sinal, pena que não deu tempo para cohecê-la, porém dormimos na calçada da estação de trem na rua, porque lá é uma cidade pequena e bem pacata.


Killy foi a cachorrinha que ficou a noite toda deitada ao lado de nossas barracas em Passa Quatro - MG vigiando para ninguem chegar perto.
Trindade é uma pequena vila antigamente de pescadores, hoje voltada para o turismo. Esta é a única rua que existe em Trindade.


Tomando um café da manhã composto de bolacha de sal, todinho e outras coisas que levamos em nossa bagagem, porém o melhor de tudo é curtir o sol nascendo desta forma.
Essa foi a hora do meu desespero, hora que todo motociclista na estrada teme. Minha moto começou a bater esquisito o motor. Então parém ae para colocar um óleo groso para ver se amenizava.
Enquanto eles tentavam resolver meu problema eu tentava almoçar... Só que o rango não descia.
Neste momento na foto acima, o minha Ténéré parou pela primeira vez em tantos anos de viagem. Fiquei angustiado como se parte de mim houvesse sofrido um ataque cardiaco. Hahahaha.
Meti chave em tudo, mas sem chance, ela tinha parado mesmo, só que não foi motor, ela não tava liberando mais faísca pra vela. Achei estranho, sorte que estávamos em uma rodovia particular e acionamos o guincho que socorre gratuitamente. O bom de rodovias particulares é isso, o socorro quando você precisa vale muito apena pelo pouco que você paga de pedágio.
O cara do guincho conseguiu um feito inédito. Ele conseguiu me levar 50km de guincho para a cidade de Itaquá - SP. Porque a operadora das rodovias liberam geralmente somente 20km, naquela hora vi que era DEUS na causa mesmo. Ele conhece um mecânico e por outro conhecidência divina, o lugar onde ele me deixou era dois quarterões apenas.
Fim da viagem para Ténéré, pois o mecânico diagnosticou que foi erro humano, ou seja, quem mecheu na minha moto para dar revisão fez um monte de burrada. O mecânico de Itaquá me mostrou um monte de coisa que tava errada e ele disse que a Ténéré foi guerreira andar o tanto que andou. Fazer o que né... deixei ela lá e segui viagem com o meu amigo Israel.
Aqui o cansaço apertou e fizemos o seguinte... Para não ficar mais um dia na estrada, fizemos o seguinte: Rodávamos 150km, dormiamos 20 minutos, depois tomávamos um café bem forte e seguia viagem até chegar.
06:50 da manhã de terça feira do dia 21 de abril de 2009. Chegamos em Uberlândia - MG com segurança.
Odômetro da XT660 do randal marcando o total rodado. 2549 km de estrada.
E agora a pergunta que muito vão fazer: E a Ténéré?
Resposta: O importante nunca foi a moto, pois o que faz a viagem acontecer são as pessoas e não as motocicletas. Não é a moto que faz o motociclista e sim o motociclista que faz a sua história, se amanhã não for em uma Ténéré, pode ser até em uma lambreta; A minha história sempre continuará até quando o meu motor parar.
Um abraço a todos e que DEUS sempre me ilumine como tem feito todos os dias da minha vida, seja em meu lar, no trabalho ou na estrada. Devo tudo a Ele.
Se quizerem ver outras fotos que não foram postadas no blog, clique no link abaixo.
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